O Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), por meio do Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF) e do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), desenvolveu uma ação com crianças e adolescentes voltada aos temas vínculo, pertencimento, território e cidadania.
O Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), por meio do Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF) e do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), desenvolveu uma ação com crianças e adolescentes voltada aos temas vínculo, pertencimento, território e cidadania.
A proposta iniciou convidando as crianças e adolescentes a refletirem sobre o território onde vivem, os espaços de que mais gostam em suas comunidades e também sobre aquilo que sentem falta em seu cotidiano. A partir desse movimento de escuta e participação, os participantes produziram desenhos representando sonhos, desejos e ideias do que gostariam que estivesse presente em suas comunidades.
Em um segundo momento, o grupo construiu coletivamente perguntas e curiosidades que serviram de preparação para visitas a diferentes espaços públicos e institucionais do município, possibilitando maior aproximação com os serviços e com a organização da cidade. Foram realizadas visitas à Casa da Cultura, Prefeitura Municipal, Câmara de Vereadores e Polícia Militar, além de momentos de reconhecimento e valorização do território por meio da visita aos pontos turísticos de São Pelegrino e ao Mirante da Barragem da Usina Hidrelétrica de Campos Novos.
Após as visitas, as crianças e adolescentes participaram de uma nova atividade de expressão, na qual desenharam os espaços, experiências e elementos do território que mais lhes chamaram atenção durante o percurso. Como forma de valorização da participação e da criatividade, houve premiação para os desenhos mais criativos desenvolvidos pelos participantes.
O projeto reafirma a importância de promover ações que fortaleçam a cidadania, o sentimento de pertencimento e o reconhecimento do território como espaço de convivência, direitos, memória e construção coletiva. Possibilitar que crianças e adolescentes conheçam, ocupem e reflitam sobre os espaços públicos contribui para o fortalecimento de vínculos comunitários, da participação social e da construção de sujeitos mais conscientes de seu papel na comunidade.


